Estudo realizado pelo GMG da UDESC, com apoio da FAESC, acompanha o mercado de genética animal e apresenta os preços médios de comercialização de oito raças em leilões no Estado
Bom Dia SC – O mercado de genética bovina em Santa Catarina apresenta resultados que permitem avaliar a valorização dos reprodutores e o comportamento das negociações em diferentes regiões do Estado. A décima atualização parcial do levantamento de preços de touros comercializados em leilões contempla informações sobre oito raças bovinas.
O estudo, divulgado nesta semana pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), conta com o apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), parceira dos eventos agropecuários.
Referências de preços para produtores rurais

A pesquisa oferece referências de preços para produtores rurais, criadores e profissionais da pecuária, além de permitir a comparação dos valores praticados entre as raças e a análise das oscilações ao longo da temporada.
A raça Angus registrou preço médio de R$ 18.784,90 por touro, com base em oito leilões. O coeficiente de variação foi de 20,72%.
A raça Braford apresentou valor médio de R$ 19.205,84 por animal, em 11 eventos, e coeficiente de variação de 6,08%. Já a Brangus, com 15 leilões, obteve preço médio de R$ 18.671,96 e coeficiente de 13,74%.
Na raça Charolês, o preço médio dos reprodutores foi de R$ 17.070,45, considerando 11 leilões, com coeficiente de variação de 15,18%. A raça Devon registrou média de R$ 14.860,00 em cinco eventos e coeficiente de 15,32%.
Os touros da raça Hereford foram comercializados pelo valor médio de R$ 16.392,59, conforme os dados de nove leilões, com coeficiente de variação de 11,33%. Na raça Nelore, a média chegou a R$ 17.903,33, em quatro eventos, e coeficiente de 11,91%.
Por fim, a raça Ultrablack apresentou valor médio de R$ 21.455,00 por reprodutor, em seis leilões. O coeficiente de variação foi de 18,42%.
Fonte: Ssitema Faesc/Senar





















