Bom Dia SC – O colesterol alto atinge cerca de 4 em cada 10 brasileiros adultos, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). A condição é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares como infarto e AVC, que continuam liderando o ranking de mortes no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde.
Profissionais do Hospital Unihealth Três Vales reforçam a importância da prevenção e do controle regular dos níveis de colesterol, especialmente o LDL, conhecido como o “colesterol ruim”.

“Muitas vezes, o paciente não apresenta nenhum sintoma. Só descobre que está com colesterol alterado após um evento grave, como um infarto. Por isso, manter os exames em dia é tão importante quanto ter uma alimentação saudável”, disse o cardiologista da unidade, Darcy de Almeida Neto.
Apesar de ser produzido naturalmente pelo organismo, o colesterol em excesso, seja por predisposição genética, alimentação inadequada ou sedentarismo, pode se acumular nas artérias e provocar obstruções que impedem a circulação sanguínea adequada. O diagnóstico é simples: por meio de um exame de sangue que analisa o perfil lipídico (colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos).
Tipos
Existem três tipos de colesterol. O LDL é considerado ruim e o mais perigoso, pois, em excesso, se aloja nas paredes das artérias, formando placas de gordura e causando uma série de doenças. O segundo tipo é o VLDL, que também em excesso é prejudicial, transporta triglicerídeos, outro tipo de gordura, na corrente sanguínea. E o chamado HDL, que é o “colesterol bom”, pois atua limpando as artérias. Quanto maior o seu nível no organismo, menor o risco de doenças cardiovasculares.
Sintomas
Alguns sintomas podem surgir quando já há comprometimento da saúde cardiovascular, como:
Dor ou pressão no peito;
Tontura;
Fadiga excessiva.
“Quando surgem sinais como dor no peito, o risco já está instalado. O ideal é diagnosticar antes disso com o check-up anual. E manter hábitos saudáveis como uma alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, o controle do peso e o acompanhamento médico”, alertou o médico.
Fonte: Assessoria de Imprensa Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC)





















