11/07/2026
A Cidasc monitora locais que possam servir de abrigo para morcegos e faz o controle populacional/Foto: Departamento Regional de São Lourenço do Oeste/Cidasc
A Cidasc monitora locais que possam servir de abrigo para morcegos e faz o controle populacional/Foto: Departamento Regional de São Lourenço do Oeste/Cidasc

Cidasc monitora locais que possam servir de abrigo para morcegos

Veja imagens incríveis do monitoramento de morcegos no Extremo Oeste Catarinense

Bom Dia SC – As imagens lembram filme de ficção, mas são de mais uma atividade de monitoramento de morcegos. A Cidasc monitora locais que possam servir de abrigo para morcegos e faz o controle populacional de morcego hematófago (que se alimenta com sangue), como parte do programa sanitário voltado ao controle e prevenção da raiva bovina.

Estas imagens são do trabalho desenvolvido nos municípios de Coronel Martins, Quilombo e Novo Horizonte, atendidos pelo Departamento Regional de São Lourenço do Oeste da Cidasc. Participaram médicos-veterinários da Cidasc Sandro Volnei, Odirlei Fachi, Leandro Osokoski Hillesheim e Milton Kasper.

Cidasc monitora morcegos hematófagos

Profissionais da Cidasc fazem o monitoramento e o controle populacional dos morcegos hematófagos/Foto: Departamento Regional de São Lourenço do Oeste/Cidasc
Profissionais da Cidasc fazem o monitoramento e o controle populacional dos morcegos hematófagos/Foto: Departamento Regional de São Lourenço do Oeste/Cidasc

Além de realizar o monitoramento e o controle populacional dos morcegos hematófagos, os profissionais da Cidasc orientam os produtores rurais a manter em dia a vacinação dos animais, tanto os de produção (bovinos, equinos…) quando os domésticos (cães e gatos). Vacinar os animais é a forma de proteger as pessoas contra esta zoonose.

A raiva é uma doença fatal, tanto para humanos quanto para animais. Não há tratamento para a doença, o que torna a prevenção imprescindível.

Confira nosso guia rápido sobre a vacina da raiva:

A vacina anti-rábica deve ser aplicada anualmente nos animais domésticos e de criação. Vacine ovinos, bovinos, caprinos e equinos com mais de 90 dias de vida. Quanto à vacinação de cães e gatos, consulte o médico-veterinário. Abaixo, orientações para cada situação envolvendo animais de criação.

Animal nunca foi vacinado contra raiva:

1. Vacine;

2. Dê uma dose de reforço em 30 dias;

3. Em caso de raiva na região, faça reforços a cada 180 dias. Caso não haja focos de raiva na região, o reforço é anual.

Animal foi vacinado alguma vez, mas não vinha recebendo o reforço anual:

1. Vacine;

2. Dê uma dose de reforço em 30 dias;

3. Em caso de raiva na região, faça reforços a cada 180 dias. Caso não haja focos de raiva na região, o reforço é anual.

Animal foi vacinado e não deu continuidade aos reforços:

1. Vacine agora;

2. Em caso de raiva na região, faça reforços a cada 180 dias. Caso não haja focos de raiva na região, o reforço é anual.

Animal foi vacinado e está dentro do prazo do reforço:

1. Aguarde o prazo para vacinar.

Conservação da vacina:

Atenção para a conservação da vacina, pois ela precisa de refrigeração. Tanto na hora de guardar quanto de transportar o produto para a propriedade, ela precisa ser mantida entre 2 °C e 8 °C. Ela perde eficácia se guardada depois que o frasco é aberto, por isso o que resta no vidro aberto não pode ser guardado para o momento da aplicação do reforço.

Foto: Departamento Regional de São Lourenço do Oeste/Cidasc
Foto: Departamento Regional de São Lourenço do Oeste/Cidasc
Atenção! A vacina da raiva deve ser reforçada anualmente

Notifique à Cidasc sempre que aparecer sintomatologia nervosa nos animais e nunca manipule animais suspeitos, porque existe o risco de contágio através da saliva.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Cidasc

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