Ivan Naatz – Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Alesc.
Ivan Naatz – Deputado Estadual e Presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Alesc.

Recifes artificiais: Diversificação do Turismo em SC

Responsável por cerca de 13% do PIB catarinense, o segmento do turismo é o mais   impactado pelos reflexos da pandemia do coronavírus, mas independente da crise sanitária mundial,  o setor exige renovação e diversificação constante. A busca e o fortalecimento de novas alternativas no segmento, tornou-se essencial para o reaquecimento econômico , geração de renda e novos empregos.  

Recifes artificiais

Seguindo uma tendência mundial, o ecoturismo marinho e o mergulho de contemplação crescem e já são milhões de praticantes ao redor do planeta. Gera empregos, protege e educa sobre o meio ambiente. Em bom tempo, o Brasil também começou a estimular, via poder público, esse segmento que na Austrália,  já movimenta cerca de seis bilhões de dólares anuais com o mergulho em Barreira de Corais, assim como em atrações do gênero nas Filipinas e Indonésia, além da Flórida, nos Estados Unidos, onde também já é tradicional.

No Brasil, essa prática via turismo de aventura vem atraindo número crescente de turistas estrangeiros que chegaram a 1, 2 milhão ano passado, com destaque para destinos do sudeste e nordeste. É uma atividade em consolidação e com potencial para se tornar uma das principais referências do turismo ambiental . Santa Catarina não pode ficar à margem deste processo. A nossa rica biodiversidade de áreas protegidas marinhas tornam a atividade de mergulho atrativa do ponto de vista turístico e científico. Neste sentido, apresentamos projeto de lei  que regulamenta a criação de recifes artificiais como forma de incentivar o turismo de mergulho em sintonia com a conservação da fauna marinha.

Com apoio da Santur identificou-se a criação de possíveis locais para instalação destes recifes artificiais na região de Porto Belo e Bombinhas, Penha e Itajaí, com investimentos iniciais previstos da ordem de R$ 3 milhões em equipamentos para os chamados naufrágios controlados. Depois de buscar subsídios no estado da Bahia que já tem larga experiência no setor, a meta agora é ampliar este debate com o trade turístico, via audiência pública, buscar parcerias, mapear novas áreas propícias para o mergulho e colocar em prática essa importante alternativa de fortalecimento do turismo com preservação e sustentabilidade do meio ambiente no litoral catarinense.

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