Jorginho Mello foi eleito o melhor Senador do Brasil. Jorginho está em seu primeiro ano como Senador/Foto: Assessoria de Imprensa
Jorginho Mello foi eleito o melhor Senador do Brasil. Jorginho está em seu primeiro ano como Senador/Foto: Assessoria de Imprensa

Jorginho Mello é eleito o melhor Senador do Brasil

O Ranking dos Políticos é uma ferramenta da sociedade civil organizada que dá transparência para as ações do Estado

O Ranking dos Políticos, entidade do terceiro setor, premiou os melhores parlamentares do ano, na última quarta-feira(27) em Brasília. O Senador Jorginho Mello foi eleito o melhor Senador do Brasil. Jorginho está em seu primeiro ano como Senador, quando Deputado chegou a ser premiado como o segundo melhor do Brasil.

“O Ranking dos Políticos é uma ferramenta da sociedade civil organizada que dá transparência para as ações do Estado. Eu sou de Santa Catarina e apaixonado pelo meu estado, nós políticos devemos ajudar no seu crescimento e não podemos atrapalhar. Eu defendo uma agenda eficiente”, ressalta Jorginho Mello.

Entre os Deputados de Santa Catarina, quatro estão entre os melhores, sendo dois do PSL- Caroline de Toni e Coronel Armando, um do Novo – Gilson Marques e um do PSB – Rodrigo Coelho.

De forma transparente e apartidária, o portal www.politicos.org.br classifica senadores e deputados do melhor para o pior de acordo com os seguintes critérios: presença nas sessões, economia da cota parlamentar e contra privilégios, ficha limpa e voto nas principais decisões do Congresso, como o aumento do Fundão Eleitoral. Jorginho Mello votou contra em 2017, não usou em 2018 e foi eleito, e em 2019 votou contra.

Os parlamentares premiados pelo ranking dos políticos gastam 47% a menos que o restante do congresso na legislatura atual. O Ranking dos Políticos mostra que, em 2015, a Câmara dos deputados gastou pouco mais de R$178 milhões. Já em 2019 o valor ficou em R$ 141.647.050,94.

Comparando os gastos de 2015 em relação ao mesmo período de 2019, houve uma redução de 21%, totalizando uma economia aos cofres públicos de R$36 milhões.

Fonte: Assessoria de Imprensa Senador Jorginho Mello

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