Audiência com a direção do ICMBio, em Brasília. Foto:  Mauricio Freitas
Audiência com a direção do ICMBio, em Brasília. Foto: Mauricio Freitas

Ivan Naatz (PL) em Brasília com o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade

Manejo Sustentável da araucária, será tema de Audiência Pública e nova legislação

O presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, deputado Ivan Naatz (PL) participou de reunião nesta terça-feira (1), em Brasília, com o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade – ICMBio Fernando Cesar Lorencini. Junto com a equipe técnica do órgão, definiu a realização de audiência pública virtual, em data a ser marcada, para debater um plano de manejo e conservação da floresta de araucária catarinense visando conciliar produção econômica e preservação ambiental amparada em legislação estadual neste sentido a ser proposta na Alesc.

Santa Catarina é, dos três Estados do Sul, quem tem maior área preservada de araucárias. São cerca de 25% da mata original catarinense contra 4% no Rio Grande do Sul e 1% no Paraná. Ao mesmo tempo, a araucária é uma árvore de importância cultural e econômica regional. Na região serrana de Santa Catarina, a semente da araucária, o pinhão rendeu para o estado, mais de R$ 8,7 milhões em uma safra de 3,6 mil toneladas — a maior do Brasil, nos últimos dois anos.

“Atualmente, muitos produtores não deixam a árvore crescer em função da proibição legal do corte. Com a definição de um manejo adequado a preservação da espécie nativa, não só será incentivada como também poderá gerar movimentação econômica de forma adequada e sustentável”, argumenta Naatz.

Segundo o deputado, o debate técnico e científico será importante para esclarecer que o manejo é fundamental para o desenvolvimento da espécie, da economia e da questão social, principalmente na região serrana catarinense. De acordo com Naatz, o próprio Código Florestal permite o manejo da espécie ameaçada desde que haja a compensação com o plantio de novas árvores, mas é preciso uma legislação específica estadual a ser elaborada neste sentido. O tema voltará a ser discutido nesta quarta-feira em Brasilia durante audiência do parlamentar na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Fonte: Carlos Melo – Assessoria de Comunicação

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