Economista-chefe da FIESC, Pablo Bittencout, prevê guerra comercial, elevando incerteza e desencadeando potencial desvalorização do real frente ao dólar; Brasil precisa fazer o dever de casa para reduzir impactos
Economista-chefe da FIESC, Pablo Bittencout, prevê guerra comercial, elevando incerteza e desencadeando potencial desvalorização do real frente ao dólar; Brasil precisa fazer o dever de casa para reduzir impactos/Foto: Internet

As tarifas de Trump e os caminhos para o Brasil

O economista-chefe da FIESC, Pablo Bittencout, avalia que, com a efetiva elevação de tarifas pelos Estados Unidos, o país também prejudica sua própria economia. Os dados mostram desaceleração da economia americana, o que pode levar à recessão. Em um cenário de inflação alta nos EUA, a elevação das tarifas sobre importados pressionaria ainda mais os preços, impedindo o recuo dos juros por lá, limitando o crescimento econômico.

Na avaliação de Bittencourt, o Brasil tem a oportunidade de negociar tarifas com os Estados Unidos. Segundo ele, as maiores tarifas cobradas pelo Brasil são justamente sobre produtos que importamos muito pouco, especialmente produtos que exportamos, como alimentos, cerâmica e produtos de madeira.

Globalmente, uma guerra tarifária tende a valorizar o dólar, com impactos negativos sobre o real, por exemplo. Bittencourt destaca na análise que para minimizar os impactos é necessário que o Brasil faça seu dever de casa. Dados de emprego em janeiro vieram bem acima do esperado e sinais do governo vão contra intenção de desacelerar atividade econômica.

Fonte: Assessoria de Imprensa FIESC

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