José Zeferino Pedrozo - Presidente da Faesc e do Senar/Foto: Assessoria de Imprensa
José Zeferino Pedrozo - Presidente da Faesc e do Senar/Foto: Assessoria de Imprensa

Tereza Cristina, por José Zeferino Pedrozo

Os brasileiros sabem que Tereza Cristina presta um admirável serviço ao País

Quando, em 2018, o presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou a escolha da deputada federal Tereza Cristina para ocupar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o agronegócio brasileiro estava certo de que a nova titular marcaria uma arrojada e promissora era na gestão das políticas públicas de apoio ao setor primário da economia brasileira.

Essa previsão se confirmou totalmente nesse período em que Tereza Cristina ocupa a pasta da Agricultura. A identificação com a terra foi fundamental. Natural de Mato Grosso do Sul, ali ocupou o cargo de gerente-executiva em quatro secretarias: Planejamento, Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo. Também exerceu os cargos de diretora-presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e diretora-presidente da Empresa de Gestão de Recursos Minerais.

Através de sua experiência no mundo empresarial e na vida pública e em face de sua atuação no comando da Frente Parlamentar da Agricultura, tornou-se a mais competente interlocutora da área, associando conhecimento técnico com atuação política. O Ministério da Agricultura tem, portanto, uma gestora que conhece o campo, o produtor e o empresário rural, o mercado e o mundo globalizado.

Com essas qualificações, a ministra uniu o setor, ampliou e desburocratizou a ação do Ministério da Agricultura, promoveu fortemente os produtos brasileiros no exterior, abriu novos mercados e consolidou o agronegócio como a locomotiva das exportações brasileiras. Mostrou que a agropecuária nacional presta um serviço essencial ao País e tornou-se responsável pelos sucessivos superávits comerciais.

A atuação dos produtores e o fantástico desempenho apresentado pela pecuária motivaram a ministra a fortalecer políticas orientadas para elevar o potencial de produção e geração de renda e incrementar as divisas com exportações de produtos agrícolas e pecuários.

Tereza Cristina agiu fortemente para robustecer a parceria comercial com a China, a maior importadora de carnes e soja do Brasil. Hodiernamente, em plena pandemia, são as compras chinesas que sustentam as exportações brasileiras. Quando declarações desastradas de membros do Governo criaram perigosas asperezas nas relações com a China, foi a ministra que entrou em campo para aparar as arestas e  mitigar as fraturas, evitando o que seria o caos: a perda do grande parceiro asiático.

Sensata, agregadora, conhecedora do setor, com grande capacidade de diálogo, entusiasta do trabalho em equipe, a ministra faz parte dos melhores quadros da alta administração do Governo Federal. É detentora, hoje, da maciça admiração das classes produtoras do campo e do empresariado rural.

Esse perfil e esse desempenho não impediram, contudo, que a ministra se tornasse alvo de uma prática criminosa e abjeta que, infelizmente, toma conta de Brasília: a injúria, a difamação e a calúnia contra ela  despejadas nas redes sociais. É o abominável método da destruição de reputações que vem ocorrendo, perpetrado por grupos de interesses escusos, de índole radical e de objetivos nada republicanos.

Os brasileiros sabem que Tereza Cristina presta um admirável serviço ao País. O governo precisa mais dela do que ela do Governo. Não há dúvida que eventual saída da ministra Tereza Cristina do Ministério da Agricultura  diminuirá o Governo de Jair Bolsonaro.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

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