As projeções da ABPA apontam para novas marcas históricas já em 2021
As projeções da ABPA apontam para novas marcas históricas já em 2021

No Dia Mundial do Ovo, setor celebra perspectiva de novo recorde de consumo

Consumo per capita da proteína deve alcançar novas marcas históricas em 2021 e 2022

Hoje é o Dia Mundial do Ovo, uma data celebrada por produtores e consumidores de uma das proteínas mais populares do planeta.  No Brasil, há anos o ovo deixou de ser vilão e se tornou herói das dietas, caindo nas graças de consumidores com os mais variados perfis. E o consumo aumentou exponencialmente: de 148 unidades per capita anuais em 2010, para 251 unidades em 2020 – recorde de consumo desta proteína no Brasil.

E as projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apontam para novas marcas históricas já em 2021.  Conforme a entidade que representa a avicultura e a suinocultura do País, o consumo projetado para este ano deverá alcançar 255 unidades, com a produção anual superando 54,5 bilhões de unidades – ou o equivalente a 1.728 ovos por segundo.

Segundo Ricardo Santin, presidente da ABPA, e também é presidente do Conselho de Administração do Instituto Ovos Brasil (IOB), fortes campanhas de esclarecimentos e a versatilidade do ovo mudaram o quadro de consumo da proteína, que foi especialmente impulsionado nos últimos anos graças à condição vantajosa de acesso em relação à outras proteínas.

“Os últimos dois anos foram marcantes para os produtores de ovos, que viram o Brasil superar a média global de consumo do ovo,  que é de 230 unidades anuais.  É o rompimento de um paradigma do produto, que sempre foi popular, mas que agora é, de fato, amplamente consumido no País”, avalia.

É neste contexto que as perspectivas de consumo de ovos deverão avançar para novos índices recordes.  A ABPA projeta que, no próximo ano, a média de consumo da proteína chegue às 262 unidades anuais.

“Temos enfrentado fortes altas de custos de produção e o cenário produtivo não é favorável do ponto de vista competitivo.  Mas o custo elevado de outras proteínas coloca o ovo em uma situação vantajosa, reforçado pela posição que a proteína assumiu na percepção do consumidor em relação à saudabilidade do produto.  O ovo não é só um produto versátil, popular e gourmet ao mesmo tempo.  Ele agora assumiu, definitivamente, uma posição estratégica para a segurança alimentar do país”, avalia Santin.

SOBRE A ABPA – A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos da avicultura e da suinocultura do Brasil, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork. Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Fonte: Assessoria de Imprensa ABPA

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