Há 20 anos o SC é reconhecida como única área livre sem vacinação no País/Foto: Internet
Há 20 anos o SC é reconhecida como única área livre sem vacinação no País/Foto: Internet

Fórum Catarinense debate medidas de prevenção à febre aftosa

Evento virtual da Secretaria de Estado da Agricultura com apoio do Sistema FAESC/SENAR-SC reúne produtores, técnicos e lideranças sindicais

A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, com apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-SC) promove nesta quarta (9), às 14h, o Fórum Catarinense de Prevenção à Febre Aftosa.

O evento virtual será transmitido ao vivo através do canal da Secretaria da Agricultura no YouTube (http://bit.ly/youtubeagriculturaepescasc) e terá a participação do presidente do Sistema FAESC/SENAR-SC, José Zeferino Pedrozo e do coordenador Estadual de Vigilância para Febre Aftosa e Síndromes Vesiculares da CIDASC, Diego Rodrigues Torres Severo.

A videoconferência reunirá os dirigentes dos Sindicatos Rurais associados à FAESC, além de produtores e técnicos do setor. O evento avaliará o cenário no Estado que tem reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação e debaterá o papel do produtor rural na prevenção da doença em Santa Catarina.

O presidente José Zeferino Pedrozo ressalta que há 20 anos o Estado é reconhecido como única área livre sem vacinação no País e há 13 possui status internacional que consolidou mercado e mantém as exportações do setor ainda mais valorizadas.

“A Febre Aftosa é a doença mais temida do setor no mundo e o Brasil tem como meta erradicá-la definitivamente em todo seu território. Neste ano, os estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e Acre, além de duas regiões do Amazonas e do Mato Grosso conquistaram o reconhecimento nacional pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e terão dois anos para comprovar que, assim como Santa Catarina, estão livres da doença sem vacinação, o que garantirá o selo internacional. É um avanço do agronegócio brasileiro e nós, como precursores, precisamos manter nossa certificação e fortalecer o setor”, sublinha Pedrozo.

Fonte: MB Comunicação

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